Meus Discos e Livros e Tudo o Mais!: Tudo o Mais - Filmes
Mostrando postagens com marcador Tudo o Mais - Filmes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Tudo o Mais - Filmes. Mostrar todas as postagens

10 de julho de 2010

'Príncipe da Pérsia: As Areias do Tempo'









Princípe da Pérsia: As Areias do Tempo
(Prince of Persia: The Sands os Time)





Essa semana assisti ao filme ‘Príncipe da Pérsia: As Areias do Tempo’. (É, não fui assistir Eclipse... estou esperando passar a fase das menininhas que ficam gritando no cinema) E não me arrependo, porque adorei o filme!!! Achei muito legal. E é o que venho repetindo desde que saí do cinema: muito legal!

Ambientada na Pérsia do século VI, é a história de Dastan, um menino órfão adotado pelo rei, ganhando, além do título de Princípe, uma família, um pai, dois irmãos mais velhos e um tio. Anos se passam e após intrigas, invasões e lutas, Dastan se junta à Princesa Tamina para proteger a adaga que contém as tais Areias do Tempo, um presente dos deuses que, acionadas, fazem retroceder o tempo.

É mais um filme de Jerry Bruckheimer, o mesmo produtor de ‘Piratas do Caribe’ o que já é uma grande referência para os que gostam de filmes de aventura.

Pra quem não sabe, o filme é a adaptação de um jogo muito famoso, de mesmo nome, e é impressionante a semelhança dos efeitos, dos movimentos do personagem principal. Até o Jake Gyllenhaal me convenceu que era o próprio Prince of Persia, saído diretamente do jogo. E o que foi o efeito da adaga?! Confesso que cada vez que o Dastan se movia como no jogo, com seus saltos, corridas, escaladas e caminhadas pelas paredes, eu me peguei sorrindo. E isso é muito geek, eu sei. E se eu disser que tenho no celular o jogo? E se eu disser que é exatamente a versão ‘The Sands of Time’? Sim, sou dessas. rss

O que eu mais gostei foi que eu não tinha expectativa alguma quanto ao filme, não estava esperando o lançamento nem nada, apenas ouvi dizer que ele seria lançado, mas nem procurei maiores informações. Decidi assisti-lo apenas na fila do cinema e foi uma maravilhosa surpresa.

Pode ser que quem não conheça o jogo tenha o encanto um pouco diminuído, mas só sei que todos que saíram do cinema comigo estavam felizes, e eu adoro filme que nos faz sair do cinema com um sorriso no rosto.


Recomendadíssimo!!


Trailer

***

7 de julho de 2010

'O Noivo da Minha Melhor Amiga - Emily Giffin'









O Noivo da Minha Melhor Amiga
(Something Borrowed)
Emily Giffin









Estava faltando um chick-lit!!!

Como uma ávida leitora, que devora chick-lit, não poderia faltar esse gênero por aqui. Não sabia que livro escolher para resenhar, porque são muitas opções entre os muitos que li. Pensei em algum das rainhas do gênero, Marian Keyes e Sophie Kinsella, que eu adoro, mas achei que seria muito óbvio. Escolhi esse, “O Noivo da Minha Melhor Amiga”, entre tantos, pois ele ganhará uma versão cinematográfica no ano que vem. Mas já falo nisso. Primeiro o livro.

Foi lançado pela Editora Nova Fronteira em 2005, é o livro de estréia da americana Emily Giffin e conta a história de Rachel, Darcy e Dex. Rachel é nossa protagonista e narradora. Darcy sua melhor amiga desde a infância, e Dex, o noivo do título.

Rachel passou a vida fazendo tudo certinho. Tudo. Até que na noite em que comemorava seus 30 anos, numa festa surpresa preparada por sua amiga sempre perfeita e que tinha tudo Darcy, é assombrada pela constatação de que não tinha nada do que sonhou ter aos 30: marido, filhos, uma carreira de sucesso. Ao invés disso está sozinha e tem um emprego que odeia. Entre um acontecimento e outro e após alguns drinques a mais, ela acaba na cama com Dex.

A princípio ela fica arrependida, se sente culpada, achando que cometeu um grande erro e que o “Incidente” nunca mais poderia ser mencionado. Tudo começa a mudar quando Dex confessa que não estava tão bêbado assim e não se arrepende nem um pouco do que aconteceu... De repente, aquele cara lindo, que é seu amigo há anos, desde que fizeram a faculdade de Direito juntos, que você nunca imaginou que pudesse se interessar por você e que por isso você, inclusive, o apresentou à sua melhor amiga, te diz que não consegue parar de pensar em você... E agora?

Passei por um terrível dilema moral porque me vi torcendo pela Rachel, a amiga que trai, e desenvolvendo uma antipatia gigantesca pela Darcy, a vítima. Meu dilema só não foi maior que o da protagonista que, por um lado, se sente culpada por estar traindo a melhor amiga, mas por outro se vê completamente apaixonada por Dex. Ao mesmo tempo quer que Dex cancele o casamento, mas não quer que a amiga passe pela decepção de ser abandonada pelo noivo.

Conhecemos detalhes da amizade das duas e o tipo de amiga que Darcy sempre foi. Confesso que a implicância que tive com ela era na mesma proporção da minha torcida pela Rachel. E Dex nessa história toda? Como o livro é narrado pela Rachel, só temos certeza dos verdadeiros sentimentos dele no final... Por falar no final, esse tem mais reviravoltas do que a gente espera.

Gosto muito desse livro. Pra mim, é o melhor da autora. A história tem uma continuação, o livro “Something Blue”, e até agora não foi lançado no Brasil. Nesse, a narradora é a Darcy e, apesar do livro também ser bom, não gostei tanto, exatamente pela minha implicância com a protagonista.

A novidade é que os direitos dos dois livros foram comprados pela produtora da Hilary Swank, e o filme baseado no primeiro está sendo filmado e tem previsão de estréia para junho de 2011. No elenco estão Ginnifer Goodwin (Ele Não Estão Tão a Fim de Você; Big Love) como Rachel, Kate Hudson (Como Perder um Homem em 10 Dias; Noivas em Guerra) como Darcy, Colin Egglesfield (Melrose Place) como Dex, Steve Howey (Noivas em Guerra) como Marcus e John Krasinski (The Office) como Ethan.

Promete!!















***

24 de junho de 2010

'A Mulher do Viajante no Tempo - Audrey Niffenegger'








A Mulher do Viajante no Tempo
(The Time Traveler’s Wife)
Audrey Niffenegger







Em mais um post da série ‘resenhas resgatadas e adaptadas para o blog’, hoje é o dia do ‘A Mulher do Viajante no Tempo’. Coincidentemente (ou não), é mais um livro que ganhou versão cinematográfica.

Foi uma leitura que fez com que eu me perguntasse: Será que é possível que continuemos chorando muito depois de terminar de ler um livro? Sim, é possível, e foi exatamente o que aconteceu comigo depois desse.

A história contada é a de Henry, que é um viajante no tempo e Clare, que é a mulher dele (Dãh!).

Henry possui uma disfunção genética que o faz viajar no tempo, involuntariamente. Esses ‘pulos no tempo’ são causados, em sua maioria, por acontecimentos estressantes e não podem ser controlados. Quando menos espera, ele simplesmente se vê nu em algum lugar, devendo encontrar roupas, alimento, e esperar até que, da mesma forma que parou ali, volte para casa. Sofrendo desse mal desde criança, tendo aprendido a lidar com essa solitária condição, ele nunca se permitiu ter uma aproximação maior com outras pessoas. Até que ele conhece Clare.

Quando se conhecem oficialmente (pela primeira vez para Henry) ele tem 28 anos e é bibliotecário; ela tem 20 e é estudante de arte. Ela já é apaixonada por ele. Ele imediatamente se encanta por ela.

Henry é atraído, através do tempo, por grandes eventos, como por exemplo, a morte da mãe, que ele vê e revê inúmeras vezes (sem nunca poder mudar o que aconteceu). Um desses ‘grandes eventos’ é justamente Clare, a quem ele faz diversas visitas. Ele conhece a Clare criança, e ela o tem como amigo, a adolescente, e ela o vê como a primeira paixão, e finalmente a conhece em seu presente, quando o amor dos dois os faz querer ficar juntos, e ter uma vida normal. Mas o quanto é normal um marido que, involuntariamente, desaparece por dias, não levando sequer uma peça de roupa? E não se sabe onde nem ‘quando’ ele está? É exatamente esse o dilema do casal: apesar de toda a dificuldade trazida pela situação inusitada, a tentativa de construir uma vida juntos, com amigos, carreiras, filhos, família...

A princípio a leitura pode assustar e ser até um pouco confusa, pois são intercalados dois pontos de vista diferentes e não se segue uma ordem cronológica determinada. Mas, percebemos que é isso o que torna esse livro tão único e especial. Não seria a mesma coisa se seguisse uma ordem, digamos, normal. A autora consegue deixar tudo muito bem explicado, pois a cada cena sabemos de quem é o ponto de vista, a data e qual a idade de cada um deles.

Durante a leitura, assim como nas viagens no tempo de Henry, as páginas seguintes são sempre imprevisíveis, não sabemos quem irá narrá-las, qual fato será contado, se será do passado, presente ou do futuro. E isso nos prende de tal forma que é impossível parar de ler.

A gente se apaixona pelo Henry, sente pena dele e vontade de colocar no colo. E a Clare, nos identificamos, sofremos com ela, e também queremos, inúmeras vezes, lhe dar colo. E imaginamos: como seria ser casada com um cara que a qualquer momento pode sumir, nem que seja para encontrar com você em outra época?

Juro que sou mais durona, mas sempre me derreto com histórias como essa, de amor puro e incondicional, que transpõe barreiras e se perpetua no tempo.

É o livro de estréia da americana Audrey Niffenegger, e eu espero ansiosamente os próximos, louca pra saber o que mais pode sair da imaginação brilhante dessa mulher. (PS: o segundo livro dela, 'Her Fearful Symmetry', foi lançado no ano passado e tem entre os personagens um fantasma... rss)

E do filme, que no Brasil ganhou o título 'Te Amarei para Sempre', eu também gostei muito, e olha que eu sou chata para adaptações de livros. Claro que o livro é bem mais detalhista, mas achei que eles acertaram, mostraram os pontos essenciais, retratando a emoção de cada personagem... já me emociono com o trailer, que tem uma das músicas que eu acho mais lindas: Broken, do Lifehouse.

Recomendo ambos.

Trailer

***

21 de junho de 2010

'Anjos e Demônios - Dan Brown'







Anjos e Demônios

(Angels & Demons)

Dan Brown








A segunda resenha “resgatada” que eu trago pro blog é a do livro ‘Anjos e Demônios’.



Comecei a ler este livro pela primeira vez anos atrás, logo após ler ‘O Código Da Vinci’. Não sei porque, mas não passei dos primeiros capítulos. Não por não ser interessante nem nada, simplesmente não continuei a leitura. Minha segunda tentativa foi antes do lançamento do filme de ‘Anjos e Demônios’. Acho que li novamente os mesmos capítulos da primeira vez e novamente parei, para ler outras coisas (e não vi o filme). Agora, após a terceira tentativa, finalmente, cheguei ao final.


O livro é muito bom, como sabia que seria, mas não supera ‘O Código Da Vinci’. Temos o mistério, as descobertas, a História, o passeio por Roma, a mente maravilhosa do Langdon, mas eu acho que, apesar de tudo o que acontece, o ritmo com que a história se desenrola deixa um pouco a desejar. Mas ainda assim nos vemos totalmente envolvidos na história de uma sociedade secreta da antiguidade, supostamente extinta há centenas de anos, que pretende se vingar da igreja, e pra isso sequestra quatro cardeais em pleno conclave para a escolha do novo Papa, além de ameaçar destruir a Cidade do Vaticano, utilizando uma poderosa partícula de antimatéria, roubada do CERN (importante instituto de pesquisa nuclear).


Mais uma vez me peguei me surpreendendo com quem era o traidor... eu me acho espertinha com livros que tem suspeitos, mas o Dan Brown mais uma vez me pegou. O que é ótimo. O traidor era a última pessoa que eu imaginei que seria. Aliás, por que sempre tem que existir um traidor? Me decepciono um pouco com livros que tem a mesma 'formulinha'. Se acontecer o mesmo com 'O Símbolo Perdido', vou me decepcionar muito com o Dan Brown. Mas por enquanto ele ainda está entre os meus autores top.


A única coisa que não gostei nessa leitura é que agora, depois das versões cinematográficas, não consigo imaginar o Langdon de outra forma, apenas com a cara do Tom Hanks. Meu Langdon tinha outra cara...


Depois da leitura, fiquei na dúvida se queria ou não ver o filme. Tudo por causa da grande decepção que eu tive com a versão do ‘O Código Da Vinci’. Quem me conhece sabe o quanto eu fiquei passada com as mudanças na história. Meus pobres amigos que estavam no cinema comigo me ouviram resmungar durante o filme inteiro. E depois, e depois, e sempre que alguém toca nesse assunto.


Pra que isso não acontecesse de novo, evitei assistir a ‘Anjos e Demônios’ no cinema, ou mesmo perto de qualquer outra pessoa. Quando decidi assistir (porque eu não me aguento de curiosidade) éramos só eu e o DVD. E foi a melhor coisa que eu fiz, pois lá estava eu xingando novamente a cada mudança na história (apesar de o filme ser excelente mesmo assim, como ‘O Código Da Vinci’). E novamente ouvi das pessoas mais próximas (a quem fui alugar com minha reclamação) que as versões cinematográficas não precisam ser idênticas ao livro, que é preciso sintetizar em menos de 2h, blá, blá, blá. Beleza, eu sei tudo isso, e concordo que não precisa retratar cada detalhe do livro, mas me revolta sempre que mudam pontos essenciais da história. Oi? Como assim o cientista morto não era o pai da Vittoria? Mas tudo bem, eu supero quando assistir pela segunda vez, sem expectativas, só aproveitando o quão bom o filme é.


Enfim, como o Dan Brown e seus livros não tem nada a ver com isso, estou pronta para a leitura de mais uma história do meu querido Robert Langdon. Vamos ver como ele se sai em ‘O Símbolo Perdido’.


Trailer do Filme




***