Meus Discos e Livros e Tudo o Mais!: Meg Cabot
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13 de dezembro de 2011

Primeiras Linhas #9: Tamanho 44 Também não é Gorda - Meg Cabot

Essa é uma coluna em que eu trago as primeiras linhas, as primeiras frases de um livro qualquer.


Já comentei isso no twitter mas vou comentar aqui também: é impressão minha ou a gente trabalha mais no final do ano? Ou será que sou só eu? o_O
Só sei que eu estou atolada de trabalho, em falta com o blog, sem conseguir visitar meus blogs queridos, e torcendo para que 2011 acabe logo!

Enquanto isso, para animar, as Primeiras Linhas que eu trago hoje são de um dos livros de uma série que adoro, acho que a que mais gosto da tia Meg: Tamanho 44 Também não é Gorda, segundo livro da série Mistérios de Heather Wells, da Meg Cabot. Apesar de eu já ter lido em inglês, estou animada que acabou de sair o terceiro livro da série aqui no Brasil – Tamanho não Importa – e mais ainda que o quarto livro – Size 12 And Ready To Rock – será lançado nos EUA no próximo ano!!

Pra quem não conhece, mais sobre a série nesse post que escrevi há um tempinho, que vai junto com minha recomendação eterna para quem gosta de chick lit com uma pitada de mistério e investigações.


O cara atrás do balcão não para de olhar para mim. De verdade.
E ele é gostoso. Para um garoto de vinte anos que é barista, claro. Aposto que ele toca violão. Aposto que ele fica acordado até muito tarde da noite, dedilhando, como eu. Dá para ver que fica pela leve sombra sob seus olhos verdes com cílios compridos, e pela maneira como o cabelo louro cacheado dele tem uns tufos espetados por toda a cabeça. É cabelo de quem saiu direto da cama para o trabalho. Não teve tempo de tomar um banho porque ficou acordado até tarde, ensaiando. Igualzinho a mim.
— O que vai ser hoje? — ele me pergunta. Mas com um olhar. Um olhar que com certeza diz: Estou te analisando.
Eu sei que é para mim que ele está dando mole, porque não tem ninguém na fila atrás de mim. Bom, e por que ele não poderia estar me olhando com segundas intenções? Eu estou bem. Quer dizer, as partes do meu corpo visíveis fora das minhas roupas volumosas de inverno, pelo menos, estão bem. Eu com certeza passei rímel e base hoje de manhã (diferentemente do Carinha do Café, eu gosto de disfarçar as minhas olheiras). E, com a minha parca, não dá para ver os dois (tudo bem, cinco) quilos que eu ganhei nas férias de fim de ano. Afinal, quem conta calorias no Natal? Ou no Ano Novo? Ou depois do Ano Novo, quando todos os doces de Natal estão em liquidação? Há tempo de sobra para voltar à forma antes da temporada dos biquínis.
E, tudo bem, faz cinco ou seis anos que eu repito isso para mim mesma, e ainda não tentei de verdade... Entrar em forma para a temporada dos biquínis, quer dizer. Mas, quem sabe? Talvez neste ano eu tente. Tenho dois dias de férias para tirar, tudo que eu juntei desde que terminou meu período de experiência, em outubro do ano passado. Posso ir para Cancún. E, tudo bem, só para passar o fim de semana. Mas, mesmo assim...
Então, e daí que eu sou cinco (bom, talvez oito) anos mais velha do que o Carinha do Café? Eu ainda tenho as manhas.
Obviamente.




***

4 de novembro de 2010

*Série 'Heather Wells' - Meg Cabot*



Série Heather Wells
(The Heather Wells Series)
Meg Cabot




Minha relação com a Meg é recente, e eu ainda não li um terço do que ela escreveu. Não li nenhum dos livros da série mais famosa dela, “Os Diários da Princesa”, por exemplo. Relutei muito para começar a ler os livros dela porque, bem, são MUITOS, e muitas séries, e sabia que assim que lesse o primeiro não conseguiria parar. E não consigo mesmo. De todas as séries dela, pra mim a mais adorada é a da Heather Wells! É sem dúvida a minha favorita.

Heather Wells, a protagonista de “Tamanho 42 Não é Gorda” (Size 12 Is Not Fat) e “Tamanho 44 Também Não é Gorda” (Size 14 Is Not Fat Either), é uma ex-estrela pop que tenta refazer sua vida após perder a fama e ganhar alguns quilinhos extras. Além da fama ela perdeu o contrato com sua gravadora, o namorado, ex-membro de uma antiga boy band, e sua mãe fugiu com todo o seu dinheiro. Acabou indo morar de favor com o irmão de seu ex, o apaixonante Cooper, e agora trabalha em um alojamento de faculdade, ops, quer dizer, em um conjunto residencial estudantil. Tudo vai relativamente bem, até que ocorre uma estranha morte no prédio em que Heather trabalha e ela começa a investigar por conta própria os acontecimentos.

ADORO a Heather. É a minha personagem favorita da Meg, sem dúvida. Ela é divertida, intrometida, curiosa... Me divirto com as confusões de sua vida amorosa, seu ex que vive no seu pé, sua paixão platônica pelo Cooper, além das ótimas investigações. Em cada livro Heather se depara com um crime e não resiste em tentar solucioná-lo. É mais uma das séries que não aguentei esperar o lançamento da continuação por aqui. Depois de ler o segundo não me contive até ler o terceiro. E é difícil dizer qual livro é o melhor. Após ler o terceiro, “Big Boned” (que espero seja lançado logo por aqui) me bateu uma angústia, porque a Meg ainda não escreveu a continuação! Mas, para minha alegria, no site oficial dela há a informação que já estão confirmados os livros 4 e 5!!. Além do que, pela forma como acaba o terceiro livro seria uma maldade se não houvesse continuação!! Agora é só esperar, e enquanto isso, ler e reler os livros já lançados. Porque vale a pena!



— Heather Wells, #1: Size 12 Is Not Fat (Tamanho 42 Não é Gorda)
— Heather Wells, #2: Size 14 Is Not Fat Either (Tamanho 44 Também Não é Gorda)
— Heather Wells, #3: Big Boned
(sem tradução no Brasil)




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29 de agosto de 2010

'Aprendendo a Seduzir - Patricia Cabot'







Aprendendo a Seduzir
(Educating Caroline)
Patricia Cabot








Lady Caroline Linford está noiva do Marquês de Winchilsea, que salvou a vida de seu irmão Thomas, e ela está ansiosa pelo casamento, cada vez mais próximo. Acontece que durante um baile, o Marquês desaparece e, ao procurá-lo, Lady Caroline o flagra nos braços de outra mulher. Estando os dois ocupados demais para notar sua presença, ela sai do cômodo e se vê diante de um dilema: o que fazer ao descobrir que seu noivo a traiu? Ela cogita terminar o noivado, mas sua mãe a faz desistir da ideia, pois todos os convites já foram entregues e, além disso, a sociedade em que vivem acha completamente normal que os homens tenham amantes. Afinal, há coisas que eles não fariam com suas esposas.

Caroline decide seguir com o casamento, mas, não querendo dividir o marido com ninguém, fará de tudo para aprender a ser a esposa e, ao mesmo tempo, a amante. Para isso entra em cena Braden Grandville, o mais notório libertino de Londres. Sua fama com as mulheres era conhecida por todos. Grandville está noivo de Lady Jacquelyn, e, desconfiando que ela o trai, quer terminar o noivado, mas, sem provas de sua traição, teme que ela o processe por quebra de compromisso. Se ao menos alguém pudesse testemunhar a seu favor... Caroline, que por um acaso flagrou a noiva de Grandville nos braços de outro homem, faz um acordo com ele: testemunhará a seu favor, apesar de se recusar a revelar quem era o tal homem, desde que ele lhe dê lições (na teoria, claro) sobre sedução. Conforme as aulas ocorrem, faíscas surgem e não é difícil imaginar o que acontece...

Se por acaso alguém ainda não sabe, Patricia Cabot é o pseudônimo adotado pela Meg Cabot em seus romances históricos. Aprendendo a Seduzir é o segundo deles a ser publicado no Brasil, sendo o primeiro ‘A Rosa do Inverno’. Algo em comum entre eles (além do óbvio de serem da mesma autora) são as capas lindíssimas!

Sobre o Aprendendo a Seduzir, achei o início dele meio devagar, demorei um pouco para engatar na leitura, mas depois, a história entra num embalo e nos faz lembrar porque a Meg Cabot é tão boa! O livro não se resume apenas ao libertino dando aulas para a Lady e o inevitável envolvimento deles, a história realmente começa a fluir melhor quando outros personagens são desenvolvidos, alguns, inclusive, passam a correr um perigo concreto e começam a surgir intrigas. Mas claro, o enfoque principal não deixa de ser o romance.

Eu adorei a melhor amiga da Caroline, a revolucionária Emily, 'botando o terror' e escandalizando por não querer usar corpete! rss E também o pai do Grandville, o divertido, inoportuno e aficionado por títulos de nobreza, Sylvester Grandville. Acho que só faltou uma coisa: fiquei torcendo para que rolasse um romancinho paralelo entre dois personagens secundários, mas nem rolou...

Ah, há uma sutil menção a personagens de A Rosa do Inverno. Bem sutil. São mencionados só de passagem, mas adoro quando essas aparições de personagens de outros livros acontecem!

Por fim, foi um livro que comecei não achando tão dinâmico quanto o anterior, mas que compensou a lerdeza do início com um bom desenvolvimento, algumas reviravoltas surpreendentes e um final pra lá de satisfatório!



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