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17 de junho de 2011

'Sedução - Nicole Jordan'







Sedução
(The Seduction)
Nicole Jordan







Nesse romance histórico tudo começa com uma proposta indecente. Na verdade, tudo começa um pouco antes quando o boa vida Aubrey Trent, irmão da protagonista Vanessa, de farra, faz uma aposta com seus amigos de que conquistaria a jovem Olivia. Ele a convence a fugir com ele, porém no dia da fuga acontece um acidente e Olivia perde o movimento das pernas. O irmão da moça, nosso protagonista Damien Sinclair, fica possesso e jura vingança. Ele convence Aubrey a entrar em seu grupo de jogatina e faz com que o rapaz perca todas as suas posses, inclusive, a casa da família em que vive com sua mãe e irmãs, e ainda fique em dívida com ele. É então que a irmã dele, a viúva Vanessa Wyndham, procura Damien e clama que ele perdoe a dívida. Agora sim vem a proposta indecente: Damien diz que perdoa a dívida se Vanessa for para a casa de campo dele e se torne sua amante durante o verão. Sem muita alternativa, ela aceita.

Ela pretende resguardar sua família da miséria, ele pretende apenas aprimorar ainda mais sua vingança, humilhando a irmã de Aubrey assim como ele humilhou a sua. Com a convivência, porém, a relação deles vai além do combinado e o que era para ser o “pagamento de uma dívida” e mais um “passo na vingança”, cresce para algo maior. Como é óbvio, eles se apaixonam. A viúva dedicada à família, que inclusive se casou com seu falecido marido porque seria o melhor para sua família, mas nunca o amou, e o notório libertino, cuja única preocupação era com sua vida depravada, voltada ao prazer próprio, recheada de jogos e mulheres, e que nunca quis se apaixonar. O tema é recorrente em romances históricos, um notório libertino que encontra rendição ao se apaixonar. Para se ter uma ideia, o libertino em questão era conhecido como Lorde “Sin”, por seu sobrenome, Sinclair, mas principalmente pelo significado de “sin” em inglês: pecado. Imagina o que esse cara aprontava para ser considerado o pecado em pessoa...

A história chega a um ponto em que fica meio non sense, depois que Damien se apaixona por Vanessa. Ainda não entendo como um cara apaixonado aceitaria uma certa decisão dela... Enfim, ainda assim ficamos extremamente curiosos para saber até onde isso vai. É aquele tipo de livro que prometemos ler só mais um capítulo, então lemos mais um, e só mais um, e quando vemos, já foi metade do livro. Além dos protagonistas e seu romance hot e emocionalmente intenso, ainda temos paralelamente a história dos seus irmãos, Olivia e Aubrey. Depois de seu acidente, Olivia fica extremamente deprimida, humilhada, sem muita vontade sequer de sair de seu quarto, além de estar com sua reputação arruinada, mas sua amizade com Vanessa é fundamental para que ela comece a reagir. Por outro lado, Aubrey, o responsável pelo acidente, antes um boa vida inconsequente, começa a se corroer pela culpa. A história dos dois, no fundo da principal, também é muito bonitinha e até merecia um pouquinho mais.

Nem sempre gostei de romances históricos, antes até os evitava, mas então li o primeiro, por curiosidade, e acabei pegando gosto por eles. Os Lordes, Ladys e toda a pompa de tempos de outrora acabam nos cativando. Agora de vez em quando leio algum. Sobre este, vou confessar que a primeira coisa que me chamou atenção foi a capa. É simples, mas a achei tão bonita! E o melhor, tem total relação com a história, a rosa vermelha deixada na cama...

Sempre que leio algum livro, vou depois pesquisar sobre ele, sobre o autor. Sobre esse descobri que, adivinha, faz parte de uma série! É incrível, mas todos os livros que li ultimamente – todos mesmo – fazem parte de alguma série. Ou eu escolho a dedo ou ninguém mais escreve histórias em um único livro. Não que eu esteja reclamando, adoro séries. Principalmente como essa, que é daquelas que possuem personagens diferentes e cujos livros são independentes entre si. Em comum possuem o mesmo cenário, a Inglaterra do século XIX e os protagonistas de cada um são amigos e fazem as vezes de personagens secundários nos outros livros. O problema é a minha vontade de ler logo todos os livros.

Esse é o primeiro da série Notorious, e o único lançado no Brasil.



Notorious Series #1: Sedução (The Seduction)
Damien Sinclair e Vanessa Wyndham

(Os demais ainda não lançados no Brasil)

Notorious Series #2: The Passion
Nicholas Sabine e Aurora Demming
Notorious Series #3: Desire
Lucian Wycliff e Brynn Caldwell
Notorious Series #4: Ecstasy
Kell Lasseter e Raven Kendrick
Notorious Series #5: The Prince of Pleasure
Jeremy “Dare” North e Julienne Laurent


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6 de junho de 2011

'Pecados Sagrados - Nora Roberts'









Pecados Sagrados
(Sacred Sins)
Nora Roberts









O padre. É assim que é chamado pela imprensa o assassino que está à solta, fazendo vítimas entre as moças da cidade, sem nenhum ataque sexual ou roubo. Elas são simplesmente estranguladas com um tecido branco, utilizado pelos padres junto à batina, sem motivo aparente. Cabe ao Detetive Ben Paris e seu parceiro desvendarem esse mistério e impedir que o assassino faça uma nova vítima. Com a opinião pública exigindo respostas e uma solução que os policiais ainda não conseguem fornecer, o Capitão da divisão de homicídios, depois de uma certa pressão do Prefeito, decide contratar ajuda externa, uma psiquiatra que trace o perfil do assassino e eventualmente lhes dê uma direção a seguir com as investigações. Claro que os policiais responsáveis não ficam nada felizes com essa intromissão. Principalmente Ben. E é assim que a Dra. Tess Court entra no caso. Apesar de a princípio não estar muito confiante em se envolver em um caso de tanta repercussão, ela não pode evitar ficar intrigada com a mente desse assassino. E afinal, seu trabalho era apenas examinar fatos e diagnosticar. Até que ela se viu envolvida demais com o caso, o assassino, e mais ainda com um dos detetives.

Nora Roberts consegue misturar tão bem elementos de romance e investigação policial, como faz com a Série Mortal, mas claro, na Série em que assina como J.D. Robb ela se aprimorou. Pecados Sagrados é bem anterior, é contemporânea, mas contemporânea anos 80, quando a história foi escrita. Além disso, nesta trama o detetive da “Homicídios” é um homem. Ben Paris. O perturbado Ben Paris. O cara que não confia em psiquiatras, que os despreza e de repente se vê encantado por uma, a Dra. Tess Court.

Apesar de não ser o ponto principal do livro, gostei muito de como o romance entre Ben e Tess se desenvolve. Aos poucos, um encontro de cada vez, um descobrindo o outro sem pressa, e tudo isso durante uma investigação policial. Não foi aquela coisa alucinante, mas um foi se tornando importante para o outro de uma forma profunda sem que eles se dessem conta. Apesar de os dois acreditarem não ter nada em comum, ela neta de um Senador, de família rica e com um elegante consultório psiquiátrico, ele um mero detetive de polícia, neto de um açougueiro, acabam descobrindo as semelhanças pelo modo como ela se envolve com seus pacientes e ele com os casos que investiga.

Acho que o livro só perde alguns pontos pois o começo é meio confuso, mas de resto é tudo perfeito. Também é impressionante o caráter psicológico trazido pela personagem da Dra. Tess, com suas profundas análises. Conhecemos tão profundamente os personagens que não há como não nos envolvermos, e meus livros preferidos são esses em que me envolvo.

A parte policial do livro é angustiante, primeiro por esse assassino, que faz vítimas que a princípio não seguem um padrão, mas conforme as mortes ocorrem, as semelhanças começam a aparecer. Durante todo o livro temos vislumbres da mente do assassino – apesar de não nos ser revelado quem ele é até o final – vamos descobrindo no decorrer da história o porquê de ele fazer o que faz, como faz, e acreditando que faz algo bom, e que na realidade está salvando as moças que mata. Me surpreendi em descobrir quem era o assassino afinal.

O livro faz parte de uma série, D.C. Detectives, que tem apenas 2 livros e o seguinte tem como protagonista Ed Jackson, parceiro de Ben, o gigante ruivo que conhecemos nesse livro, que nos cativa imediatamente com seu jeito natureba de ser. Não vejo a hora de conhecer melhor a história dele. E cada vez gosto mais da Nora Roberts e compreendo o porquê de ela ser tão idolatrada.



D.C. Detectives #1: Pecados Sagrados (Sacred Sins)
Ben Paris e Tess Court
D.C. Detectives #2: Virtude Indecente (Brazen Virtue)
Ed Jackson e Grace McCabe





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24 de maio de 2011

'See Jane Score - Rachel Gibson'






See Jane Score
Rachel Gibson









Jane Alcott é jornalista e escreve uma coluna de comportamento chamada “Single Girl in the City” para um jornal de Seattle. Anonimamente, ela também escreve uma série de contos eróticos intitulada “The Life of Honey Pie” para uma revista masculina. Contudo, a grande chance da sua carreira aparece quando o jornal lhe oferece para cobrir os jogos do time de hockey da cidade, o Seattle Chinooks, e, inclusive, viajar com eles, substituindo o antigo jornalista esportivo que está em uma licença médica. Apesar de sua animação inicial, Jane logo descobre que os jogadores não estão muito felizes em ter um jornalista viajando com eles para os jogos, ainda mais sendo uma mulher. Um dos jogadores, em especial, não está nada contente. Um jogador com um charmoso sotaque canadense, loiro, de olhos azuis, alto, musculoso. O tipo de homem que nunca prestaria atenção em alguém como ela.

O premiado goleiro dos Chinooks, Luc Martineau, odeia jornalistas por princípio. Eles sempre querem expor sua vida pessoal e quando não têm o que dizer, eles inventam. Luc odeia jornalistas e nunca concede entrevistas. Se seus companheiros de time não gostam da ideia de um jornalista viajando com eles para cobrir os jogos Luc gosta menos ainda. Ainda mais agora. Luc sofreu uma séria lesão nos joelhos e todos tinham certeza que sua carreira estava acabada. Mas ele deu a volta por cima e após cirurgias, um superado vício em medicamentos para dor e reabilitação, ele está em seu melhor. Está entre os melhores da NHL, o segundo melhor goleiro da temporada, mas seus joelhos não são mais os mesmos, o incomodam constantemente e por vezes ele joga sentindo dor. E isso é algo que ninguém sabe, que ninguém pode saber. Por isso a última coisa que ele quer é um repórter cavando informações sobre a sua vida. Principalmente uma repórter baixinha e intrometida que só usa preto. Para piorar, sua vida pessoal está extremamente caótica agora que sua meia irmã adolescente Marie veio morar com ele após a morte da mãe dela. Ele definitivamente não sabe como lidar com uma adolescente. Luc é conhecido por trocar de mulher como troca de roupa, mas, apesar da variedade, elas são sempre altas, esbeltas, com peitos grandes e grande semelhança com bonecas Barbie. Ele sabe o que isso diz sobre ele e não se importa. Só que ultimamente ele anda intrigado com certa jornalista baixinha, de peitos pequenos, geniosa, que não tem medo de enfrentar gigantescos jogadores de hockey e que só usa preto. Principalmente depois de vê-la com um inesperado vestido vermelho... 


É o segundo livro da Série sobre os jogadores do Chinooks Hockey Team e, apesar de ser uma história independente, é cronologicamente posterior ao “Simply Irresistible” (resenha aqui) e temos vislumbres do que aconteceu com Georgeanne e John, os protagonistas daquele livro. Esse é um dos meus preferidos da Rachel, then again, já avisei que é o que eu acho de quase todos os livros dela, não consigo escolher só um como preferido. Mas realmente adoro esse livro, e Luc é um dos meus mocinhos conturbados favoritos.


Esse livro conta mais do dia a dia dos jogos de hockey e o quanto os jogadores são supersticiosos. Os rituais pré-jogo são imensamente divertidos, e a pobre da Jane acaba tendo que se submeter e ajudá-los com esses rituais. Outras passagens divertidas são aquelas em que os jogadores fazem de tudo para importunar Jane e fazê-la desistir de acompanhar o time, como ligar durante toda a madrugada, deixar ratos mortos na porta do quarto de hotel dela e implicar com seus óculos. Mas claro, as melhores partes são sobre o inesperado e confuso romance entre a jornalista e o goleiro. E que goleiro! Impossível não ficar babando pelo Luc, sua alta competitividade, seus hábitos saudáveis, sua mania de obrigar todos a seu redor a beber leite – porque o cálcio é bom para os ossos – suas mãos rápidas e pela ferradura que ele tem tatuada em um lugar estratégico.

Mais uma vez, super, hiper recomendado!!




The Chinooks Hockey Team Series #1: Simply Irresistible 
John “The Wall” Kowalsky and Georgeanne Howard
The Chinooks Hockey Team Series #2: See Jane Score 
Luc “Lucky” Martineau and Jane Alcott
The Chinooks Hockey Team Series #3: The Trouble With Valentine’s Day 
Rob “The Hammer” Sutter and Kate Hamilton
The Chinooks Hockey Team Series #4: True Love and Other Disasters 
Ty “Saint” Savage and Faith Duffy
The Chinooks Hockey Team Series #5: Nothing But Trouble 
Mark “The Hitman” Bressler and Chelsea Ross
The Chinooks Hockey Team Series #6: Any Man of Mine 
Sam Leclaire and Autumn Haven



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18 de maio de 2011

'Cidade dos Ossos - Cassandra Clare'







Cidade dos Ossos
(City of Bones)
Cassandra Clare









“Clary sacudiu a cabeça.
– Não pare por aí. Suponho que também existam vampiros, lobisomens e zumbis...
– É claro que existem – informou Jace – Mas você encontra mais zumbis no sul, onde ficam os padres
voudun.
– E as múmias? Elas ficam só pelo Egito?
– Não seja ridícula. Ninguém acredita em múmias.”




Clary é uma adolescente normal, tem um inseparável melhor amigo, Simon, uma mãe superprotetora, e Luke, um amigo de sua mãe que sempre lhe serviu de figura paterna. Tudo muda no dia em que vai com Simon à boate Pandemônio e presencia um assassinato. O que parece ser uma gangue de adolescentes tatuados e com armas exóticas ataca um garoto bem a sua frente. Mas o mais inacreditável é que Clary parece ser a única a vê-los. Então tudo fica ainda mais estranho. Ela descobre que os tais “adolescentes tatuados” são na verdade nephilins, que tem a missão de caçar demônios do Submundo e são chamados de Caçadores de Sombras. Eles também ficam intrigados que uma mundana como Clary pôde vê-los e um deles, Jace, pretende levá-la ao seu tutor, para que eles possam descobrir o porquê. Antes que tivessem a chance, porém, Clary recebe uma curiosa ligação de sua mãe e percebe que algo de muito perigoso está acontecendo com ela. Ao voltar para casa – mesmo após o apelo de sua mãe que não o fizesse – ela se depara com um bizarro demônio que destruiu sua casa, descobre que sua mãe foi levada, e o tal demônio ainda tenta matá-la.

A partir daí Clary descobre um mundo que ela sequer imaginava que existisse, bem embaixo de seus olhos mas que só agora ela começa a ver, com seres que ela supunha existirem apenas na imaginação das pessoas e se dá conta do quão pouco conhece sua mãe, seu passado, sua vida e inicia uma busca por ela, e por respostas. Nós, leitores, também vamos descobrindo os detalhes e acompanhamos Clary enquanto ela descobre sobre a Clave, o Ciclo, os Caçadores de Sombras, os Instrumentos Mortais, Valentim...

Cidade dos Ossos é o livro de estreia de Cassandra Clare e o que dá início à série dos Instrumentos Mortais. Alguns fãs de Harry Potter querem a cabeça da Senhorita Clare em uma bandeja, tudo por causa de uma polêmica envolvendo fanfics que ela escreveu sobre o bruxo. E o negócio é sério. Vi pessoas que se recusam a ler os livros da autora por causa da polêmica que ela causou. Bom, como eu sequer li os livros do Harry Potter quanto mais fanfics, me permiti deliciar com o mundo criado pela Cassandra sem remorsos.

Eu fiquei meio zonza com o começo da história. Era muita informação para assimilar, conhecer o Mundo das Sombras, os seres, as expressões. Apesar de as expressões em latim não serem de todo estranhas para mim, ainda tive que me adaptar um pouco. Entender a Clave, os Caçadores de Sombras, fulano que era "parabatai" do sicrano, os diversos tipos de demônios, feiticeiros, fadas, mas para ajudar também tem alguns velhos conhecidos, como vampiros e lobisomens. Em resumo, junta tudo o que os fãs de sobrenatural, como eu, mais gostam.

Engraçado como antes não tinha me interessado por essa série, apesar dos muitos elogios sobre ela. Só depois do lançamento no Brasil passei a me interessar e agora depois de ler o primeiro livro quero ler todos os outros o mais rápido possível. Vou tentar me controlar, mas já estou até vendo que vou acabar lendo os livros restantes em inglês. Sei que se os ver em alguma livraria não respondo por mim, rss. Li o livro e escrevi essa resenha há algum tempo, quando o segundo livro ainda não tinha sido lançado, mas, agora, ele já está disponível, e já está no topo da minha lista de desejados.

Gostei da protagonista, Clary, que está totalmente perdida, não tem muita certeza de quem pode ou não confiar, tem sua vida virada de ponta cabeça, muita informação com que lidar e ainda o medo de não conseguir encontrar sua mãe, mas mesmo assim não é das que se faz de vítima e se deixa abater. Ela é determinada e corajosa. Gostei bastante disso. Temos ainda vários personagens secundários muito interessantes, como os outros Caçadores de Sombras, Hodge, o tutor deles, Luke, o amigo de Jocelyn, além do Simon, o melhor amigo que tem uma queda por Clary.

Não há como falar de Cidade dos Ossos sem falar do Jace. Jace é bonito, esperto, corajoso, amigo dedicado, honesto (não pergunte nada a ele se não quiser saber a verdade), exímio Caçador de Sombras, irritante, metido e arrogante. A princípio estava começando a ficar irritada com aquele jeito dele de “eu sou bom, eu sou bonito e sei disso”. Já estava começando a me perguntar o que as pessoas viam nele que as fazia se derreter por esse Caçador de Sombras inconsequente e marrento. Mas então ele também me ganhou. Como não ficar com o coração apertado ao ler a história do falcão que Jace tinha quando criança? Sabe aquela vontade súbita de pôr um personagem no colo? Então. Já no começo do piquenique à meia-noite eu estava totalmente rendida. Com jeito arrogante e tudo.

Para quem estiver se perguntando, vou deixar um quote com uma amostrinha de quem é o Jace, e vocês me dizem se ele é ou não metido:



“ – Infelizmente, Dama dos Refugiados, meu único e verdadeiro amor permanece sendo eu mesmo.
Dorothea sorriu desdenhosamente ao ouvir isso.
– Pelo menos – ela disse –, você não precisa se preocupar com rejeição, Jace Wayland.
– Não necessariamente. Eu mesmo às vezes me dispenso, só para manter as coisas interessantes.”


Para fechar ainda temos um vilão cínico, de boa lábia, dissimulado e manipulador. Nada melhor. Pelo Anjo!, é um início de série totalmente arrebatador que deixa muitas perguntas a serem respondidas. E, como Clary, abrimos os olhos para um mundo totalmente novo que, apesar de perigoso, é sem dúvida fascinante.

Eu sou uma pessoa extremamente ansiosa e curiosa. Então fui ler as sinopses dos livros seguintes para já ter uma ideia do que vem por aí, e já descobri um dos grandes segredos da série, o que só me fez ficar ainda mais curiosa para ler os demais livros. Mas, claro, não vou contar isso aqui para não estragar a leitura de ninguém, pois eu sei que existem pessoas normais que aguentam esperar para saber... rs



Os Instrumentos Mortais #1: Cidade dos Ossos (City of Bones)
Os Instrumentos Mortais #2: Cidade das Cinzas (City of Ashes)
The Mortal Instruments #3: City of Glass
(ainda não lançado no Brasil)
The Mortal Instruments #4: City of Fallen Angels (ainda não lançado no Brasil)
The Mortal Instruments #5: City of Lost Souls (ainda não publicado)
The Mortal Instruments #6: City of Heavenly Fire (ainda não publicado)




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17 de maio de 2011

Músicas que não me saem da cabeça: 'Duffy - Mercy'

Olá Pessoas!

Não, eu não abandonei o blog - apesar da minha ausência. É só minha briga sem fim com a operadora de banda larga que anda me deixando na mão. Enfim, vou voltar a atualizar o blog com mais frequência, e a visitar todos os outros blogs que eu amo. Tenho um monte de posts prontos, só faltando revisar e publicar.
Voltando "aos trabalhos", vou deixar uma música que eu adoro, para animar!! ;D




Yeah, yeah, yeah (4x)
I love you
But i gotta stay true
My morals got me on my knees
I'm begging please,
Stop playing games
I don't know what this is
Cos you got me good
Just like you knew you would
I don't know what you do
But you do it well,
I'm under your spell



(Chorus)
You got me
Begging you for mercy
Why won't you release me
You got me
Begging you for mercy
Why won't you release me
I said release me



Now you think that i
Will be something on the side
But you got to understand that i need a man
Who can take my hand
Yes i do
I don't know what this is
But you got me good
Just like you knew you would
I don't know what you do
But you do it well,
I'm under your spell


You got me
Begging you for mercy
Why wont you release me
You got me
Begging you for mercy
Why wont you release me
I said you'd better
Release yeah, yeah, yeah
I'm begging you for mercy
Yes, why won't you release me
I'm begging you for mercy
You got me begging
You got me begging
You got me begging
Mercy
Why won't you release me
I'm begging you for mercy
Why won't you release me
You got me
Begging you for mercy
I'm begging you for mercy (4x)
Why won't you
Release me
Yeah, yeah
Break it down



***