Meus Discos e Livros e Tudo o Mais!: Janeiro 2011

28 de janeiro de 2011

'Fade - Lisa McMann'








Fade
Desvanecer
(Fade)
Lisa McMann




Janie tem a habilidade de entrar nos sonhos de qualquer pessoa que esteja dormindo no mesmo cômodo que ela. O que no princípio parecia uma maldição passa a não parecer tão ruim quando Janie descobre que pode usar isso para ajudar as pessoas. Agora que ela entende melhor sua habilidade, pode usá-la para fazer algo mais, algo maior, começando com as estranhas coisas que andam acontecendo em sua própria escola. O problema de entender melhor suas habilidades é descobrir as consequências futuras, o que a leva a ter uma grande decisão a tomar.

Fade é o segundo livro da trilogia “Dream Catchers” da Lisa McMann. O livro começa logo depois dos acontecimentos de Wake, e esses acontecimentos influenciam e muito a vida de Janie. Ela tem um novo emprego, uma nova cicatriz, um novo namorado secreto, e a cada dia controla melhor sua habilidade de entrar, e sair, dos sonhos alheios. Janie conta com a ajuda de outra pessoa com o mesmo dom/maldição que ela: outra apanhadora de sonhos. Recebe ajuda, descobre o que esperar, ainda que esse suporte se dê em forma de relatórios, diários, e um ou outro sonho. Especificamente, um caderno verde conta a Janie o que esperar da vida, a parte boa e a parte ruim. Confesso que fiquei bem triste com a perspectiva de vida que os 'sonhos' ocasionarão para ela no futuro.

Janie e Cabel estão cada vez mais apaixonados, mais unidos, trabalhando juntos, descobrindo coisas juntos, ainda que tenham que fazer isso escondidos. E o quão fofo é o Cabel? Confuso, perturbado com algumas coisas, mas tão fofo, tentando controlar seu ciúme e desejo de proteger Janie do mundo – e falhando terrivelmente – que dá vontade de levar pra casa.

Outro personagem secundário que adoro é a Capitã. Forte, autoritária, mas amiga e atenciosa, sempre preocupada e cuidando de Janie e Cabel, ocupa o lugar da figura materna que eles nunca tiveram em suas próprias mães, a de Cabel por estar longe sua vida toda, a de Janie por ser do tipo que precisa de cuidados, não o tipo que cuida.

Acho que gostei mais de Fade que do Wake, talvez por eu já ter me acostumado com o estilo de escrita da autora, talvez por esse livro ter um ritmo mais acelerado, ter mais ação, e também ser mais agoniante. É daquele tipo de história que te deixa aflita, mas ao mesmo tempo é impossível de largar até aquilo tudo se resolver. Claro, por ainda termos mais um livro da série, nem tudo se resolve, por exemplo, Janie ainda não toma sua mais importante decisão. Agora estou ansiosa para terminar de ler a série, saber qual será o futuro de Janie na faculdade, com Cabel, se continuará em seu trabalho com a Capitã... Tantas perguntas. Espero que o Gone tenha todas essas respostas.



Dream Catchers # 1 – Wake - Despertar
Dream Catchers # 2 – Fade - Desvanecer
Dream Catchers # 3 – Gone - Desaparecer


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Essa resenha faz parte do Desafio de Férias do Garota it.

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25 de janeiro de 2011

'Wake - Lisa McMann'







Wake
Despertar
(Wake)
Lisa McMann







Janie era uma garota comum, estudava, trabalhava para juntar dinheiro para a faculdade. Vivia com a mãe alcoólatra que não fazia nada além de esvaziar garrafas de bebidas e as deixar espalhadas pela casa. Mas o maior problema de Janie era a hora de dormir. Não a hora em que ela dormia, mas se alguém dormisse no mesmo cômodo que ela. Janie era sugada para dentro do sonho das pessoas e ficava presa neles, na maioria das vezes paralisada, enquanto o sonho durasse. Alguns sonhos eram íntimos demais, embaraçosos, aterrorizantes. E ela não podia fazer nada além de assistir e esperar a pessoa acordar. E como era difícil encarar as pessoas após assistir aos seus medos, desejos e fantasias mais profundas. Alguns pesadelos eram tão apavorantes que a deixavam impressionada. Mas apavorante mesmo foi o momento em que as pessoas começaram a enxergá-la durante os sonhos e a lhe pedir ajuda, e de mera expectadora, ela descobriu que podia ser participante...

Wake é o primeiro livro da trilogia “Dream Catchers” da americana Lisa McMann. Muito se falou sobre a narrativa dele, diferente da que estamos acostumados, e muita gente não gostou do livro por causa disso. Não vou negar que estranhei no começo e que achei um pouco truncado. Mas, assim que me acostumei com o estilo da escrita, apenas desfrutei da história. Gostei dos flashbacks explicando como essa “habilidade” da Janie começou, e como com o passar do tempo ela foi entendendo como funciona e se adaptando.

Fiquei agoniada com a Janie cada vez que ela era sugada para um sonho e não podia fazer nada, em que as pessoas lhe pediam ajuda e ela não sabia como ajudar, em que o sonho era tão apavorante que ela ficava paralisada. E, claro, não consegui evitar desenvolver uma quedinha pelo Cabel. O solitário, misterioso e surpreendentemente atencioso Cabel. Briguei muito com a Janie para que ela desse uma chance para ele se explicar – porque eu sou assim, me envolvo e brigo com personagens. Tive tanta vontade de colocar ele no colo... E no final das contas, o segredo dele era algo que eu não imaginava.

Agora, inevitavelmente, quero ler os demais livros da série imediatamente. Que bom que esperei que todos os livros fossem lançados, assim não preciso esperar! =D


Dream Catchers # 1 – Wake - Despertar
Dream Catchers # 2 – Fade - Desvanecer
Dream Catchers # 3 – Gone - Desaparecer






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21 de janeiro de 2011

*Série 'Chinooks Hockey Team' - Rachel Gibson*



Série Jogadores de Hockey do Chinooks
(The Chinooks Hockey Team Series)
Rachel Gibson




Sou apaixonada por todos e cada um dos livros da Rachel Gibson, e já falei aqui sobre os únicos livros dela que foram publicados no Brasil, o ‘Sem Clima para o Amor’ e o ‘Sempre a seu Lado’, e a série do qual fazem parte, a Série das Amigas Escritoras. Nada mais justo que falar sobre a outra série que ela tem, e alguns dos meus livros preferidos, sobre os jogadores de hockey.

O Chinooks é um time de hockey de Seattle e no decorrer dos livros vemos toda a evolução que o time tem com o passar dos anos, a luta por títulos, a troca de jogadores etc. Cada livro trás como protagonista um dos jogadores do time e como cada um conhece uma mulher que muda totalmente sua vida. Mostra o lado truculento de todos eles, mas também mostra um lado mais gentil, normalmente aflorado por essas mulheres. É claro, para atiçar a nossa imaginação, todos esses jogadores são altos, fortes, bonitos e tudibão. Dá até vontade de acompanhar jogos de hockey se todos forem como os jogadores do Chinooks, rss.

Como todos os livros da Rachel, os dessa série têm cenas super, hiper hots, outras super românticas, algumas super engraçadas, adorados personagens secundários, tudo na medida certa. Os livros têm histórias independentes, podendo ser lidos sem uma ordem específica, mas seguem uma ordem cronológica e para acompanhar a evolução do time, devem ser lidos na ordem do lançamento. Garanto que é mais gostoso assim. Além disso, alguns dos personagens de um livro fazem aparições nos demais, coisa que adoro quando acontece. Como eu disse, cada livro tem um dos jogadores como protagonista, então por enquanto conhecemos bem John Kowalsky, Luc Martineau, Rob Sutter, Ty Savage e Mark Bressler. Ou melhor, os conhecemos também por seus apelidos, “The Wall”, “Lucky”, “The Hammer”, “Saint” e “The Hitman”.
A série é tão boa, os livros são tão bons que não basta um post genérico sobre a série. Eles merecem resenhas individuais e é isso que farei. Acho que o único defeito desses livros é só estarem disponíveis em inglês e nem todo mundo pode ler... mas quem lê em inglês e gosta do gênero não tem desculpa. Os livros são bons demais!!





The Chinooks Hockey Team Series #1: Simply Irresistible 
John “The Wall” Kowalsky and Georgeanne Howard
The Chinooks Hockey Team Series #2: See Jane Score 
Luc “Lucky” Martineau and Jane Alcott
The Chinooks Hockey Team Series #3: The Trouble With Valentine’s Day 
Rob “The Hammer” Sutter and Kate Hamilton
The Chinooks Hockey Team Series #4: True Love and Other Disasters 
Ty “Saint” Savage and Faith Duffy
The Chinooks Hockey Team Series #5: Nothing But Trouble 
Mark “The Hitman” Bressler and Chelsea Ross
The Chinooks Hockey Team Series #6: Any Man of Mine 
Sam Leclaire and Autumn Haven





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18 de janeiro de 2011

Saudade do Blog...

Olá! Que saudade eu estou de escrever aqui. Sei que ando sumida, não escrevi mais no blog, não visitei mais ninguém, não sei de mais nada do que acontece pelos blogs literários...

Mudei de casa nesse final de ano e ainda estou em guerra para ligarem a internet na casa nova – Olá Telefônica! Quem é de São Paulo sabe como é e também deve ter suas histórias de amor com a maravilhosa empresa de telefonia. Enfim...

Só sei que eu não pensei que sentiria tanta falta de atualizar o blog, escrever minha coluna no Subtítulo, responder comentários, comentar nos blogs queridos...

Então pessoas, não me abandonem que eu volto!! =D

Ah, e uma dica: não inventem uma mudança de casa nesse período entre final e começo de ano, a não ser que queiram se descabelar por dias...


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1 de janeiro de 2011

Novo Ano, Ano Novo!!!




Mais um ano começa, e nada melhor para brindá-lo que uma boa dose de poesia. Assim, desejo a todos um 2011 incrível, e que o comecemos acompanhados de Drummond...



Receita de ano novo




Para você ganhar belíssimo Ano Novo


cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,


Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido


(mal vivido talvez ou sem sentido)


para você ganhar um ano


não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,


mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;


novo


até no coração das coisas menos percebidas


(a começar pelo seu interior)


novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,


mas com ele se come, se passeia,


se ama, se compreende, se trabalha,


você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,


não precisa expedir nem receber mensagens


(planta recebe mensagens?


passa telegramas?)




Não precisa


fazer lista de boas intenções


para arquivá-las na gaveta.


Não precisa chorar arrependido


pelas besteiras consumidas


nem parvamente acreditar


que por decreto de esperança


a partir de janeiro as coisas mudem


e seja tudo claridade, recompensa,


justiça entre os homens e as nações,


liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,


direitos respeitados, começando


pelo direito augusto de viver.




Para ganhar um Ano Novo


que mereça este nome, você,


meu caro, tem de merecê-lo,


tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,


mas tente, experimente, consciente.


É dentro de você que o Ano Novo


cochila e espera desde sempre.



Carlos Drummond de Andrade



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