Meus Discos e Livros e Tudo o Mais!: Junho 2011

29 de junho de 2011

Dedicatórias de Livros #2

Há um tempo fiz um post sobre dedicatórias de livro (aqui), reunindo algumas das que mais gosto e contei como adoro ler essas dedicatórias, principalmente quando traz uma piadinha, declarações fofas para os pais, filhos, maridos, esposas, irmãos, amigos etc. Na verdade algumas delas trazem alguma piada interna que só entende quem leu o livro ou conhece um pouquinho sobre o autor. Essas são as que eu mais gosto!

A dedicatória é uma das primeiras coisas que eu leio em um livro, logo depois da capa, contracapa, orelha e última frase da história, rs.

Enfim, agora virou uma mania sempre anotar as dedicatórias mais interessantes, e como reuni mais algumas resolvi fazer um novo post.

Ah, e fica aqui meu pedido aos autores: façam dedicatórias bonitinhas. Ninguém gosta de ler os diretos “Para fulano”. Elaborem! ;D



"Dedicado às únicas três pessoas vivas que acreditam genuinamente que este livro rivaliza com Guerra e Paz: minha mãe, Cheryl, a mãe que "um milhão de garotas dariam a vida para ter"; meu pai, Steve, que é bonito, espirituoso, brilhante e talentoso, e que insistiu em escrever a sua própria dedicatória; minha irmã fenomenal. Dana, a predileta deles (até eu escrever um livro)."
(Lauren Weisberger — O Diabo Veste Prada)







"Para minha mãe, Candy, que me ensinou que o amor é a melhor parte de qualquer história."
(Stephenie Meyer — A Hospedeira)







"Para Judy Guhrke.
Você me ajudou, além do que seria de se esperar e de muitas formas, enquanto este livro estava sendo escrito.
Eu amo você, mamãe."

(Laura Lee Ghurke — Muito Mais Que Uma Princesa)







"Para Becky, que sempre me guia pelo labirinto"
(Rick Riordan — Percy Jackson e Os Olimpianos 4: A Batalha do
Labirinto)







"To Pat Warren, who saved this story from a fate
worse than death.
You are my Friend in Shining Armor. / Para Pat Warren,
quem salvou essa história de um destino pior que a morte.
Você é minha amiga em uma armadura brilhante" *

(Vicki Lewis Thompson — Nerd In Shining Armor)







"Para Martha e Nick, o verdadeiro"
(Rachel Cohn e David Levithan — Nick e Norah, Uma Noite de Amor e Música)







"Para Gemma, que sempre soube a importância de uma
echarpe Denny and George para uma garota."
**
(Sophie Kinsella — Delírios de Consumo na 5ª Avenida)







"To all my friends from Desvernine Associates:
Des, Pamela, Pierre, Yvonne, Debra, and Gretchen. But not Mike. / Para todos os meus amigos da Desvernine Associados:
Des, Pamela, Pierre, Yvonne, Debra
e Gretchen. Mas não o Mike" * ***

(The Spellmans Strike Again — Lisa Lutz)







"Para o homem com quem eu me casei, Ron,
meu primeiro e único, com amor."
— Janice

(Janice Kaplan & Lynn Schnurberger — Os Homens Com Quem Não Me Casei)



* Traduções Livres

** Gemma é Gemma Townley, irmã da Sophie Kinsella e também escritora. E uma echarpe Denny and George é muito especial e super importante. Becky Bloom que o diga.

*** Desvernine Associates é uma empresa de detetives particulares que inspirou a autora a escrever sobre os detetives da família Spellman do título, e de quem recebeu ajuda sobre a profissão. E não, eu não sei o que a autora tem contra o Mike.




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22 de junho de 2011

'Halo - Alexandra Adornetto'






Halo
(Halo)
Alexandra Adornetto








Bethany é um anjo. Ela e seus irmãos Ivy e Gabriel (o famoso Arcanjo) foram enviados à Terra em forma humana para uma missão. Deveriam se misturar aos habitantes da pequena cidade de Venus Cove para protegê-la. Bethany era a mais jovem, não só em sua aparência humana, mas também como anjo, e a que mais se identificava com os humanos. Diferente de seus irmãos, era a sua primeira missão na Terra e ela estava fascinada. Tudo o que ela via ou sentia a deixava encantada, e ela queria experimentar o máximo de sensações humanas quanto possível. Após um pequeno tempo de adaptação ela começou a frequentar a escola, como aluna, enquanto seu irmão Gabriel se tornou o professor de música e sua irmã Ivy ajudava o quanto podia os serviços comunitários locais – tudo visando ajudar aos moradores daquela cidade, que passaram por maus bocados ultimamente. Eles amavam a humanidade como um todo e sua missão era ajudar a todos. O que Bethany não contava era que amaria um certo humano mais do que aos outros.

Desde que viu Xavier pela primeira vez ela sentiu que havia algo diferente nele, algo que o fazia se destacar entre os outros garotos da escola. Pelo menos aos olhos dela. Estando ao lado de Xavier ela experimentou mais sensações humanas do que ela achou ser capaz. Agora ela precisa lidar com a oposição de seus irmãos que acham que seus sentimentos podem ameaçar a missão, com a chance de que seus “superiores” a encerrem e a façam retornar sem sequer se despedir de Xavier, além de enfrentar a ação de forças do mal, o que os levou àquela missão em primeiro lugar.

Histórias de amor entre humanos e anjos não são mais novidade na literatura atual, mas a novidade desse livro é que o anjo no caso é a menina. Ainda, também é contado em primeira pessoa sob o ponto de vista do ser sobrenatural, o que não é muito comum. Temos a visão da Bethany sobre a sua missão, seus sentimentos e seu deslumbramento com a Terra.

A autora, a australiana Alexandra Adornetto é novinha, tem só 19 anos, e é o que podemos chamar de precoce. Quando seu primeiro livro foi publicado ela tinha apenas 14 anos. Com o primeiro livro da trilogia Halo ela alcançou a lista dos mais vendidos e criou grande expectativa para os livros seguintes, nos quais ela ainda está trabalhando. Nessa trilogia ela usa a referência mais comum que temos sobre os anjos, protetores, tanto como anjos da guarda como recepcionando os recém-chegados ao céu, anjos da morte que auxiliam a passagem para o outro mundo, guerreiros na luta contra o mal, legiões de anjos e arcanjos como Miguel, Rafael, Gabriel...

Tinha tudo para ser um excelente livro, mas entre os livros sobre anjo atuais foi o que menos gostei. Achei o ritmo dele devagar demais para o meu gosto. Tenho a impressão que passei a maior parte do livro esperando e ansiando que algo grandioso acontecesse. Acontece, mas demora tanto... Por exemplo, Bethany toma uma grande decisão que eu tinha certeza que teria uma repercussão imensa e o que acontece? Nada!! O conflito que faz qualquer trama ‘girar’ só começa a acontecer mesmo depois da metade do livro, com a chegada de um personagem. Eu gostei do livro, mas não entra para os meus preferidos. A história fica interessante, só achei que demora um pouco para isso acontecer. Além disso, o foco é maior no relacionamento de Bethany com Xavier e por vezes até esqueci que o livro era sobre anjos.

Sobre os personagens vou ser sincera e contar que não gostei muito da protagonista Bethany, a achei muito bobinha. Tudo bem, é sua primeira vez na Terra, ela não tem nenhuma malícia e mesmo como anjo ela não tem muita experiência. Mesmo assim ela é bobinha demais, dependente demais. Também achei exagerado o quanto ela divagava sobre a textura das coisas, as cores, os cheiros. Tudo bem, eu entendi que ela ficou fascinada pela Terra, que ela estava experimentando ter um corpo humano e como o mundo onde ela vivia antes era imaterial tudo era diferente. Eu entendi que ela ficou deslumbrada com tudo o que viu, mas não precisava repetir tanto isso. Ficou cansativo a toda hora ela parar para admirar a textura ou a cor de algo.

Mas o romance dela com Xavier é muito bonitinho. Sabe aquele tipo de casalzinho ‘cute’, apaixonados, encantados um com o outro e que causa inveja a todos os outros? O que se tem a dizer do Xavier é que ele é ridiculamente bonito e tem um sorriso luminoso, e Bethany soube desde logo que não seria sábio fazer amizade com ele. Ele é a epítome do bom moço. Bom filho, bom irmão, bom aluno, bom amigo, bom atleta, bom namorado... Corajoso, já passou por grandes perdas mas mesmo assim não se deixou abalar. É claro que para todo bom moço existe um bad boy para lhe fazer frente, e esse papel é assumido por Jake Thorn e seu sotaque britânico, que com suas poesias deixa Bethany um tanto desconcertada.

Um dos personagens que mais gostei foi a Molly, a primeira com quem Bethany faz amizade ao chegar à escola. Ela é expansiva, curiosa e divertida. É também uma boa amiga, preocupada e sempre dando conselhos à nossa protagonista, ainda que tortos. No final das contas, ela é uma garota então as vezes é impulsiva e faz algumas bobagens, mas por isso mesmo é bastante real e gostei muito dela. Mas quem rouba a cena mesmo é o Gabriel – que nos faz lamentar o livro ser escrito em primeira pessoa e pelo ponto de vista da Bethany porque queremos saber o que ele está pensando – e como todas as personagens do sexo feminino eu também desenvolvi uma quedinha por ele. Tá, ele é extremamente certinho e inclusive fiquei agoniada com a sua falta de impulsividade e a calma com que ele lidou com as piores situações, mas estou torcendo para que esse arcanjo guerreiro, que ama a humanidade como um todo, também descubra que os humanos, individualmente, são estranhamente tentadores.

Para ser justa, o livro acaba muito bem e nos dá uma curiosidade louca de saber como a história continua. Agora é esperar o lançamento dos demais livros da trilogia, que infelizmente vão demorar um pouco a serem lançados por aqui, considerando que sequer foram lançados lá fora, estando previsto o lançamento do próximo livro, Hades, apenas para agosto. Quando sairá por aqui não faço nem ideia. Sobre o segundo livro, a julgar pela capa, não ficaremos sem notícias de um personagem de quem achamos que tínhamos nos livrado. Pela sinopse, me parece que terá um pouco mais de ação, o que faltou nesse, mas também parece que a Bethany continuará bobinha... tsk tsk



Halo # 1: Halo (Halo)
Halo # 2: Hades
(ainda não publicado - previsto para agosto de 2011)
Halo # 3: Heaven (ainda não publicado - previsto para 2012)



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17 de junho de 2011

'Sedução - Nicole Jordan'







Sedução
(The Seduction)
Nicole Jordan







Nesse romance histórico tudo começa com uma proposta indecente. Na verdade, tudo começa um pouco antes quando o boa vida Aubrey Trent, irmão da protagonista Vanessa, de farra, faz uma aposta com seus amigos de que conquistaria a jovem Olivia. Ele a convence a fugir com ele, porém no dia da fuga acontece um acidente e Olivia perde o movimento das pernas. O irmão da moça, nosso protagonista Damien Sinclair, fica possesso e jura vingança. Ele convence Aubrey a entrar em seu grupo de jogatina e faz com que o rapaz perca todas as suas posses, inclusive, a casa da família em que vive com sua mãe e irmãs, e ainda fique em dívida com ele. É então que a irmã dele, a viúva Vanessa Wyndham, procura Damien e clama que ele perdoe a dívida. Agora sim vem a proposta indecente: Damien diz que perdoa a dívida se Vanessa for para a casa de campo dele e se torne sua amante durante o verão. Sem muita alternativa, ela aceita.

Ela pretende resguardar sua família da miséria, ele pretende apenas aprimorar ainda mais sua vingança, humilhando a irmã de Aubrey assim como ele humilhou a sua. Com a convivência, porém, a relação deles vai além do combinado e o que era para ser o “pagamento de uma dívida” e mais um “passo na vingança”, cresce para algo maior. Como é óbvio, eles se apaixonam. A viúva dedicada à família, que inclusive se casou com seu falecido marido porque seria o melhor para sua família, mas nunca o amou, e o notório libertino, cuja única preocupação era com sua vida depravada, voltada ao prazer próprio, recheada de jogos e mulheres, e que nunca quis se apaixonar. O tema é recorrente em romances históricos, um notório libertino que encontra rendição ao se apaixonar. Para se ter uma ideia, o libertino em questão era conhecido como Lorde “Sin”, por seu sobrenome, Sinclair, mas principalmente pelo significado de “sin” em inglês: pecado. Imagina o que esse cara aprontava para ser considerado o pecado em pessoa...

A história chega a um ponto em que fica meio non sense, depois que Damien se apaixona por Vanessa. Ainda não entendo como um cara apaixonado aceitaria uma certa decisão dela... Enfim, ainda assim ficamos extremamente curiosos para saber até onde isso vai. É aquele tipo de livro que prometemos ler só mais um capítulo, então lemos mais um, e só mais um, e quando vemos, já foi metade do livro. Além dos protagonistas e seu romance hot e emocionalmente intenso, ainda temos paralelamente a história dos seus irmãos, Olivia e Aubrey. Depois de seu acidente, Olivia fica extremamente deprimida, humilhada, sem muita vontade sequer de sair de seu quarto, além de estar com sua reputação arruinada, mas sua amizade com Vanessa é fundamental para que ela comece a reagir. Por outro lado, Aubrey, o responsável pelo acidente, antes um boa vida inconsequente, começa a se corroer pela culpa. A história dos dois, no fundo da principal, também é muito bonitinha e até merecia um pouquinho mais.

Nem sempre gostei de romances históricos, antes até os evitava, mas então li o primeiro, por curiosidade, e acabei pegando gosto por eles. Os Lordes, Ladys e toda a pompa de tempos de outrora acabam nos cativando. Agora de vez em quando leio algum. Sobre este, vou confessar que a primeira coisa que me chamou atenção foi a capa. É simples, mas a achei tão bonita! E o melhor, tem total relação com a história, a rosa vermelha deixada na cama...

Sempre que leio algum livro, vou depois pesquisar sobre ele, sobre o autor. Sobre esse descobri que, adivinha, faz parte de uma série! É incrível, mas todos os livros que li ultimamente – todos mesmo – fazem parte de alguma série. Ou eu escolho a dedo ou ninguém mais escreve histórias em um único livro. Não que eu esteja reclamando, adoro séries. Principalmente como essa, que é daquelas que possuem personagens diferentes e cujos livros são independentes entre si. Em comum possuem o mesmo cenário, a Inglaterra do século XIX e os protagonistas de cada um são amigos e fazem as vezes de personagens secundários nos outros livros. O problema é a minha vontade de ler logo todos os livros.

Esse é o primeiro da série Notorious, e o único lançado no Brasil.



Notorious Series #1: Sedução (The Seduction)
Damien Sinclair e Vanessa Wyndham

(Os demais ainda não lançados no Brasil)

Notorious Series #2: The Passion
Nicholas Sabine e Aurora Demming
Notorious Series #3: Desire
Lucian Wycliff e Brynn Caldwell
Notorious Series #4: Ecstasy
Kell Lasseter e Raven Kendrick
Notorious Series #5: The Prince of Pleasure
Jeremy “Dare” North e Julienne Laurent


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6 de junho de 2011

'Pecados Sagrados - Nora Roberts'









Pecados Sagrados
(Sacred Sins)
Nora Roberts









O padre. É assim que é chamado pela imprensa o assassino que está à solta, fazendo vítimas entre as moças da cidade, sem nenhum ataque sexual ou roubo. Elas são simplesmente estranguladas com um tecido branco, utilizado pelos padres junto à batina, sem motivo aparente. Cabe ao Detetive Ben Paris e seu parceiro desvendarem esse mistério e impedir que o assassino faça uma nova vítima. Com a opinião pública exigindo respostas e uma solução que os policiais ainda não conseguem fornecer, o Capitão da divisão de homicídios, depois de uma certa pressão do Prefeito, decide contratar ajuda externa, uma psiquiatra que trace o perfil do assassino e eventualmente lhes dê uma direção a seguir com as investigações. Claro que os policiais responsáveis não ficam nada felizes com essa intromissão. Principalmente Ben. E é assim que a Dra. Tess Court entra no caso. Apesar de a princípio não estar muito confiante em se envolver em um caso de tanta repercussão, ela não pode evitar ficar intrigada com a mente desse assassino. E afinal, seu trabalho era apenas examinar fatos e diagnosticar. Até que ela se viu envolvida demais com o caso, o assassino, e mais ainda com um dos detetives.

Nora Roberts consegue misturar tão bem elementos de romance e investigação policial, como faz com a Série Mortal, mas claro, na Série em que assina como J.D. Robb ela se aprimorou. Pecados Sagrados é bem anterior, é contemporânea, mas contemporânea anos 80, quando a história foi escrita. Além disso, nesta trama o detetive da “Homicídios” é um homem. Ben Paris. O perturbado Ben Paris. O cara que não confia em psiquiatras, que os despreza e de repente se vê encantado por uma, a Dra. Tess Court.

Apesar de não ser o ponto principal do livro, gostei muito de como o romance entre Ben e Tess se desenvolve. Aos poucos, um encontro de cada vez, um descobrindo o outro sem pressa, e tudo isso durante uma investigação policial. Não foi aquela coisa alucinante, mas um foi se tornando importante para o outro de uma forma profunda sem que eles se dessem conta. Apesar de os dois acreditarem não ter nada em comum, ela neta de um Senador, de família rica e com um elegante consultório psiquiátrico, ele um mero detetive de polícia, neto de um açougueiro, acabam descobrindo as semelhanças pelo modo como ela se envolve com seus pacientes e ele com os casos que investiga.

Acho que o livro só perde alguns pontos pois o começo é meio confuso, mas de resto é tudo perfeito. Também é impressionante o caráter psicológico trazido pela personagem da Dra. Tess, com suas profundas análises. Conhecemos tão profundamente os personagens que não há como não nos envolvermos, e meus livros preferidos são esses em que me envolvo.

A parte policial do livro é angustiante, primeiro por esse assassino, que faz vítimas que a princípio não seguem um padrão, mas conforme as mortes ocorrem, as semelhanças começam a aparecer. Durante todo o livro temos vislumbres da mente do assassino – apesar de não nos ser revelado quem ele é até o final – vamos descobrindo no decorrer da história o porquê de ele fazer o que faz, como faz, e acreditando que faz algo bom, e que na realidade está salvando as moças que mata. Me surpreendi em descobrir quem era o assassino afinal.

O livro faz parte de uma série, D.C. Detectives, que tem apenas 2 livros e o seguinte tem como protagonista Ed Jackson, parceiro de Ben, o gigante ruivo que conhecemos nesse livro, que nos cativa imediatamente com seu jeito natureba de ser. Não vejo a hora de conhecer melhor a história dele. E cada vez gosto mais da Nora Roberts e compreendo o porquê de ela ser tão idolatrada.



D.C. Detectives #1: Pecados Sagrados (Sacred Sins)
Ben Paris e Tess Court
D.C. Detectives #2: Virtude Indecente (Brazen Virtue)
Ed Jackson e Grace McCabe





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